Romance que retrata as perseguições dos cristãos-novos desde a Matança dos Judeus em Lisboa no ano de 1506 até à introdução da Inquisição em Portugal por intervenção do rei D. João III. (Informação obtida aqui).
Uma das obras emblemáticas sobre a inquisição Portuguesa. Com belas litografias de Manuel de Macedo e Roque Gameiro são impressas a cores em folhas destacadas do texto. (Informação obtida aqui).
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Volume I
Pág. 001
Pág. 007
Não vedes, além?
Pág. 019
Nessa noite infernal a matança não desanimou
Pág. 030
...e partiu pela íngreme ladeira
Pág. 042
Agora, podeis entrar, e confiai em nós
Pág. 058
Mas isto é uma violência! exclamou Ruy Vasques
Pág. 075
Amar é doce como o mel, alegre como o sol, risonho como os lábios dos anjos...
Pág. 086
Judeus, marramos armados, larguem os santinhos!...
Pág. 108
De novo o cónego de Évora lançou a bênção à multidão
Pág. 122
Inácio pegou na taça que Débora lhe encheu na mão
Pág. 138
Senhora minha, perdoe-me se vos molesto com a solenidade da lei
Pág. 166
Ainda Jacob não tinha desaparecido e já outros cavaleiros se apeavam
E precipitou-se sobre Jacob, que não alcançou, por ter logo sido agarrado e detido pelos braços musculosos dalguns frades
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Pág. 181
Zampa subiu com o auxílio de Pepe
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Pág. 211
Pág. 234
Porque ele é muito amigo de Deus e do Papa, e da Santa Inquisição
Pág. 260
Aí vai o mote, disse D. Manuel
Pág. 297
Segurem-no bem, disse um deles em puro castelhano, e passem-lhe já as laçadas
Pág. 332
Jacob parou a meio do salão
Pág. 370
O suplício da água tinha, como todos os outros, as suas variantes
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Pág. 384
Os esbirros esticaram a corda, e o corpo do mouro ficou suspenso
Pág. 428
Débora, disse Pedro levantando-se e batendo com a mão nos copos da sua espada
Pág. 467
Traição! murmurou Filipa
Pág. 498
Que os remorsos para defender a fé são obra do demónio
Pág. 521
Sabemos de que sofres, e és feliz
Pág. 564
…Sentiu-se baquear um corpo
Volume II
Pág. 1
Pág. 21
- Ouvindo isto, Pepe precipitou no rio o cadáver do gardanho
Pág. 33
Sara sobre as ancas do animal sustinha-se de lado
Pág. 51
Então julgais que a doença...
O Jacob de Adibe - Sou eu, disse o prisioneiro...
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Pág. 94
Pág. 112
E o judeu chorou pranto copioso abraçando-se ao pescoço de Jacob
Pág. 120
São raros os que nos aparecem aqui neste estado
Pág. 168
Salve-os Deus, boa gente, donde vindes?
Pág. 208
Por trás, tomando-lhe também as espaduas duas mãos o prendiam e apertavam
Pág. 228
Apareceram três esbirros rigorosamente mascarados...
Pág. 243
Olha, Pepe, olha os gitanos
Pág. 260
Fujamos, fujamos, gritou o falso guerreiro
Pág. 278
- O chefe vinha acompanhado de quatro ciganos
Pág. 309
E Sara apertava convulsamente as mãos de Suzana
Pág. 317
Um auto de fé - O préstito dos condenados
Pág. 320
O auto de fé - Queima dos corpos, purificação das almas!
Pág. 323
Caiu inanimado a golpes de lança e estalos de azorrague
Pág. 347
- E o muro negro se abriu, mostrando a formosa imagem
Pág. 351
- Já pensastes em fugir, monsenhor?
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Pág. 376
Queria ocultar a dádiva com que Sara lhe oferecera a paz da morte
Pág. 378
- Susana foi descendo, atrás o seu guia misterioso...
Pág. 380
Os esbirros no cárcere, vestindo o sambenito, a Jacob
Pág. 392
Parecia que a mão piedosa o fora cobrir com a grande cruz de Santo André
Pág. 410
- E o novo rei dos ciganos a todos animava
Pág. 431
Faz-te homem, já que vestiste os hábitos
Pág. 433
O ferido ergueu a fronte onde a morte apagara já todas as energias
Pág. 465
O arcebispo fez um gesto de despedida à sua gente que se retirou
Pág. 483
Sara, que se julgava perdida reconheceu os seus salvadores
Pág. 613
Volume III
Pág. 1
Pág. 8
Agarraram-se aos joelhos do pai a chorar...
Pág. 14
Estendendo os braços para a gente da justiça...
Pág. 55
O catecúmeno Pedro Serrão conduzido à Igreja
Pág. 75
Pedro Serrão empurrado pelos guardas de encontro à pia baptismal
Pág. 91
Senhora de toda a terra, terá por chefe Jesus!...
Pág. 98
Senhora, sou vosso escravo...
Pág. 111
O arcebispo fez um gesto de despedida à sua gente que se retirou
Pág. 115
A bênção
Pág. 167
…Tu parecias um morto a olhar-me no postigo de ferro e ele parecia um vivo a fitar-me no fundo duma sepultura!
Pág. 230
Lançai-nos a vossa bênção, boa mãe
Pág. 252
André Dias defendendo-se de Barbudo e Bicharte
Pág. 303
- Jurai Senhor, que haveis de vingar-me
Pág. 379
«Sim! tu és filho do Aragonês.»
Aqui tens a sepultura de Débora
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Pág. 395
Pág. 423
- Não olhes mais para essa imagem, lhe gritou o judeu pertinaz, tapando com a mão os olhos do companheiro.
Pág. 434
No adro já se erguia a bandeira
Pág. 452
Decidiu a sorte! Tu, Barbudo, serás o sacrílego!...
Pág. 480
Justiça! Cristãos, que a Virgem ainda está chorando!
Pág. 501
Barbudo em presença do magistrado: - Sim sr. juiz, fui ladrão, assassino e sacrílego por conta de Richarte.
Pág. 557
«Até o vento parece ameaçar-me…
Pág. 567
- Não ouves os meus soluços! Cantarei com eles!...
- Morre meu adorado mártir que eu acredito na tua ressurreição…
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Pág. 581
Pág. 597
Débora! Aí vão as últimas cinzas do teu algoz.
Pág. 606
Os cristãos mataram como judeus, os judeus morreram como Cristãos.