📗 Obras completas de Almeida Garret
| Título: | Obras completas de Almeida Garret |
| Autor: | Theophilo Braga (1843-1924) |
| Edição: | Grande ed. popular |
| Publicação: | Lisboa : Empreza da Historia de Portugal, 1904 |
| Ilustrações de: |
Alfredo RG (1864-1935)
Manuel de Macedo (1839-1915) |
| Descrição física: | 2 vol; LVIII; 836; 840; il. ; 29x20 cm |
| Colecção: | |
| Informação: | ↗️Biblioteca Nacional de Portugal |
Índice de Obras ilustradas:
Volume I
● O retrato de Vénus (2)
● Lyrica de João Mínimo (6)
● Fábulas (3)
● Camões (8)
● Dona Branca (7)
● Adozinda (3)
● O Chapim d'El-Rei (1)
● Por bem (1)
● Catão (6)
● Merope (3)
● Filipa de Vilhena (1)
● O Alfageme de Santarém (2)
● Frei Luís de Sousa (1)
● A sobrinha do Marquês (1)
Volume II
Arco de Santana (10)
● Helena (3)
● Viagens na minha terra (18)
● Tratado de educação (13)
● Bosquejo (8)
● Os Figueiredos (1)
● Processo do Retrato de Vénus (1)
● Poema à Infanta Regente (1)
● Oração fúnebre de Manuel Fernandes Tomás (1)
● Memória histórica da Duquesa de Palmela (1)
● Memória histórica de J. Xavier Mousinho da Silveira (1)
● Memória histórica de António Manuel Lopes Vieira de Castro (1)
● A Ordem do Banho (1)
● Portugal na balança da Europa (10)
● Cartas a Agostinho José Freire (1)
● Cartas a D. Maria Adelaide de Almeida Garret (1)
Volume I
O retrato de Vénus
Pág. 9
Amor após a mãe veio ajudá-la.
Pág. 17
Cai das mãos o pincel, sem que o percebam,
Ver estudo
Lyrica de João Mínimo
Pág. 49
...e o burro imediato que tropeça.
Pág. 57
Encarei com um homem, moço ainda
Pág. 65
Afasto a medo os ramos invejosos
Pág. 81
Morto a seus pés o monstro lhe jazia,
Pág. 89
Que doce que é ser mãe! - Que meigo quadro
Pág. 97
Filha do mar, recebe-a!
Fábulas
Pág. 105
O bom do Esopo olhou para a figura (Esopo e o burro)
Pág. 113
E, sem mais Deus te salve ou mais embora, (A Saúde e a Medicina)
Pág. 121
Vem pra cá, se és capaz. (O Galego e o Diabo)
Camões
Pág. 201
O que fazeis, Senhor! Sou eu mais bárbaro
Pág. 209
Sobre o cadáver... ergue o véu... «Natércia!»
Pág. 217
Um cavaleiro busco
Pág. 225
Flutuando ao vento, o véu caiu
Pág. 229
À corte vim por ele e por vós
Pág. 233
Quem é esse homem! Que fez ele?
Pág. 241
Estavam de altas árvores à sombra
Pág. 249
«Pátria... ao menos Juntos morreremos...»
Dona Branca
Pág. 273
«O que lhes falta? O quê?... falta a Tremenda»
Pág. 281
«Frei Soeiro, entanto, coo a tremenda em punho, Insta...»
Pág. 289
E essa beldade... Que de arção leva e que sustem nos braços?»
Era Alina, a formosa fada
Ver estudo
A dextra brande e a espada formidável
Ver estudo
Pág. 313
Malvado! exclama Nuno, segurai-o!...»
Pág. 321
Com os olhos longos para o grifo alado
Adozinda
Pág. 345
Pediu pousada, e lha deram. Porque intercede a menina:
Pág. 353
«E-la aqui? - Os olhos crava o pai na formosa filha,
Pág. 361
«Emudecei!» lhes bradou. Ficaram todos calados;
O Chapim d'El-Rei
Pág. 369
Era uma tal formosura... Ora que mais vos direi?
Por bem
Pág. 393
Colhera el-rei uma rosa, a dona Mécia a ia dando,
Catão
Pág. 529
Tudo sei. - Que Roma é escrava...
Pág. 537
Juba - ...Não há maior ventura que posssam numes conceder na terra.
Pág. 545
Bruto (tirando um punhal) - V~es este ferro?
Pág. 553
Bruto (em acção de ferir-se) - ...e o coração desafrontado do sangue vil - romano expire ao menos,
Pág. 569
Não respondes? - Semprónio em ferros! fala,
Pág. 277
Manlio - Expiraste, ó Roma!
Merope
Pág. 593
Polyfonte - Para o teu templo, sacerdote, e deixa-nos em paz.
Pág. 601
Merope - Sua mãe! Malvado, e tu matás-te-o, tu!
Pág. 609
Egistho - ... e no sangue do tirano lavo a fronta da pátria.
Filipa de Vilhena
Pág. 655
É a espada de teu pai, meu filho!...
Vil sedutor, morre!
O Alfageme de Santarém
Pág. 681
Alfageme - Não é nada, senhor, vêde.
Pág. 697
Alfageme - Alfageme, a pátria te espera, deixa a forja, leva o coração!
Frei Luís de Sousa
Pág. 785
Romeiro - Ninguém!
A sobrinha do Marquês
Pág. 817
Marquês - Oh padre, padre!... Vamos, a sua mão.
Volume II
Arco de Santana
Pág. 9
Morrer pormi dama, morrer, morrerei;
Ver estudo
Pág. 17
À vossa saúde, tio Fr. João!
Pág. 25
Meteu a gazua na porta...
Pág. 33
Saberá vossa ilustre reverência...
Pág. 41
Por abaixo, abaixo vamos...
Pág. 49
Que ódio tenho a esta gente vil!
Pág. 57
Beo, beo, beo! tira o chapéu, que aqui vai dom Pero-Cão!
Pág. 73
E deixando as mãos às mãos...
Pág. 81
Esta bandeira, senhor, não a conheceis?
Pág. 97
Agora, disse El-rei, tudi se foi...
Helena
Pág. 113
Sua Esserença, é Sió Générá Brissá?
Pág. 129
E logo apareceu no aposento uma vasta poltrona
Pág. 137
Os três eram os senhores...
Viagens na minha terra
Pág. 153
Qual é o que tem mais força...?
Pág. 161
Vejo duas possantes e nedias milas...
Pág. 168
Agora quem bebe por látodo esse vinho?
Pág. 176
Os senhores não tomam nada?
Pág. 185
A janela meia aberta de uma habitação antiga...
Pág. 193
Bendito seja Deus, minha filha...
Pág. 197
Padre, não jure nem pragueje...
Pág. 201
Joaninha pensava os feridos...
Pág. 209
Joaninha! Sou eu, camaradas, sou eu!
Pág. 217
À noite com os pés no fender...
Pág. 225
A Santa resiste, ele máta-a...
Pág. 233
O frade contemplava o enfermo e a enfermeira
Pág. 241
Mata-me, mata-me! aqui há pouca vida já...
Pág. 245
A porta de Atamarma - Santarém
Pág. 249
O jovem Nuno Álvares e o Alfageme
Pág. 257
Os três vultos de homem...
Ver estudo
Pág. 261
Leia!...
Pág. 265
Georgina saíra também...
Tratado de educação
Pág. 289
D. Maria II
Pág. 297
D. Leonor da Câmara
Pág. 305
Fenélon
Pág. 309
Montesquieu
Pág. 313
Bernardim de Saint Pierre
Pág. 317
Francisco de Lucena
Pág. 321
Madame de Stael
Pág. 325
Chateaubriand
Pág. 329
Montaigne
Pág. 333
Madame de Genlis
Pág. 337
J. Lafontaine
Pág. 339
Jean Jacques Rousseau
Pág. 341
Cândido Lusitano
Bosquejo
Pág. 347
D. Dinis
Pág. 349
Gil Vicente
Pág. 351
Sá de Miranda
Pág. 353
Luís de Camões
Pág. 355
Gabriel Pereira de Castro
Pág. 357 Ver em:
♦ (sd)
Padre José Agostinho de Macedo
Pág. 359 Ver em:
♦ (1899-1905)
♦ (sd)
Filinto Elísio
Pág. 361 Ver em:
♦ (1899-1905)
♦ (1900)
♦ (sd)
Miguel Maria Barbosa do Bocage
Os Figueiredos
Pág. 377
...fere, mata e confunde por tal modo os descuidados guardas
Processo do Retrato de Vénus
Pág. 389
O abade Correia da Serra abraçando Garret em pleno tribunal
Poema à Infanta Regente
Pág. 399
Infanta D. Isabel Maria
Oração fúnebre de Manuel Fernandes Tomás
Pág. 409 Ver em:
♦ (sd)
Manuel Fernandes Tomás
Memória histórica da Duquesa de Palmela
Pág. 421
Duquesa de Palmela
Memória histórica de J. Xavier Mousinho da Silveira
Pág. 437
José Xavier Mouzinho da Silveira
Memória histórica de António Manuel Lopes Vieira de Castro
Pág. 453
António Manuel Lopes Vieira de Castro
A Ordem do Banho
Pág. 494
Investidura da Ordem do Banho
Portugal na balança da Europa
Pág. 537
Pedro Álvares Cabral
Pág. 545 Ver em:
♦ (1899-1905)
Vasco da Gama
Pág. 553
Afonso de Albuquerque
Pág. 561 Ver em:
♦ (1899-1905)
♦ (1899)
♦ (1900)
♦ (sd)
D. João VI
Pág. 569 Ver em:
♦ (1899-1905)
♦ (1899)
♦ (1900)
Marquês de Pombal
Pág. 573 Ver em:
♦ (1899-1905)
♦ (1899)
♦ (1900)
♦ (sd)
D. Carlota Joaquina
Pág. 577
D. Miguel
Pág. 581
D. Pedro IV
Pág. 585
Conde de Barbacena
Pág. 593
Marquês de Loulé
Cartas a Agostinho José Freire
Pág. 637
Agostinho José Freire
Cartas a D. Maria Adelaide de Almeida Garret
Pág. 825
D. Maria Adelaide de Almeida Garret
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